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Por mais que eu tente fugir um pouco do tema pandemia, este sempre ressurge, principalmente por conta dos últimos acontecimentos no Brasil.

Na última semana, governadores e prefeitos paralisaram atividades em meio à piora da pandemia de Covid-19 e à superlotação de leitos e de UTIs. Com o aumento das restrições, o desempenho da economia deverá piorar.

Com mais de 35 anos no mundo corporativo e desde 2015 à frente da MORCONE Consultoria Empresarial, hoje trago um artigo sobre os efeitos do lockdown, principalmente na economia paulistana.

Como esse “pequeno” lockdown reagirá na economia em São Paulo?

Recentemente tivemos uma melhora no comércio, esse breve lockdown não será o suficiente para uma piora considerável. A recuperação acontece de maneira desigual e o setor de serviços segue deprimido. Apenas se esse tempo de fase vermelha for maior em decorrência do aumento de casos de covid-19 é que podemos falar em piora na melhora econômica no primeiro semestre em São Paulo.

Todo o processo de melhoria está totalmente vinculado à vacinação que no Brasil segue em processo indefinido e desorganizado. Há especialistas que acreditam que ao menos todo o grupo de risco estará vacinado até junho, e claro, isso provavelmente já ajuda muito na minimização dos casos do aumento da doença no Brasil.

Vemos as notícias sobre as novas variantes do vírus que estão em alguns estados, pela curva de contaminação, sabe-se que é mais contagiosa, mas ainda não se pode afirmar que é mais letal.

A sensação de caos, principalmente em São Paulo

Analisar os efeitos do lockdown em São Paulo ainda é muito recente, mas economicamente é o caos generalizado que provoca os danos.

Recentemente escrevi sobre os efeitos da vacinação sobre a economia, que tendia a uma positividade, mas  o que se vê é o contrário.

Muitas pessoas estão com a sensação de que vivem em um “looping” do que foi 2020, já que em março de 2021 é retomada a restrição absoluta.

Ao mesmo tempo que o lockdown gera angústia, é enxergado como o melhor caminho já que a vacinação não tem ocorrido em ritmo esperado, tanto que até mesmo o sindicato de pequenas indústrias do estado de São Paulo, defendem  que sejam adotadas mais medidas de distanciamento social, aliadas ao apoio financeiro às empresas.

Como empresas podem se controlar diante da crise, principalmente em São Paulo

Tenho trazido orientações práticas desde o começo do ano, principalmente para pequenas e médias empresas, sobre como gerir as finanças de maneira adequada, para que consigam lidar com os imprevistos, como mais esse do decreto em São Paulo.

O pânico não é o caminho. A procura por ajuda especializada é sempre indicada para empresas que precisam tomar decisões estratégicas o quanto antes.

Em muitos casos, os negócios precisam experimentar ações mais cirúrgicas na gestão, ou seja, ações mais pontuais.

Se o lockdown vai se prolongar em São Paulo e em demais estados ainda não sabemos, porque a dependência está nas questões em torno da saúde pública, prioridade nesse momento no Brasil e no mundo, mas com a minha experiência, o que friso agora é revisão estratégica o quanto antes, é planejamento de ações atualizado ou total re(planejamento).

Os efeitos do lockdown dependerão também de cada empresa em particular.

 

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